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Iniciação Científica e Tecnológica

Publicado: Sexta, 02 de Julho de 2021, 11h04 | Última atualização em Terça, 21 de Setembro de 2021, 15h01 | Acessos: 204

No IFSP, há diferentes programas de iniciação científica ou tecnológica. Como o próprio nome diz, eles são voltados à formação dos alunos como futuros pesquisadores, cujo intuito principal é pôr alunos em contato com pesquisadores experientes.

Há dois programas do próprio IFSP: o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica (PIBIFSP), por meio do qual são destinados recursos orçamentários do próprio câmpus para o pagamento de, geralmente, nove parcelas no valor de R$ 400,00 de março a novembro de cada ano. A condução desse programa é quase toda realizada pelo próprio câmpus por meio da Coordenadoria de Pesquisa e Inovação (CPI), assim como a do Programa Voluntário de Iniciação Científica, o qual não prevê o pagamento de bolsa ao aluno, porém, também traz, como benefício, o registro e a certificação dos envolvidos ao término das atividades.

O PIBIFSP é regido pela Portaria do Reitor nº 3.904, de 04 de dezembro de 2018, enquanto que o PIVICT é regido pela Portaria do Reitor nº 3.903, de 04 de dezembro de 2018. Nestes documentos, constam informações como requisitos e compromissos de orientadores e de alunos, o trâmite e as regras de avaliação, as condições para a entrega dos relatórios parcial e final.

Para o PIBIFSP, os editais do PIBIFSP são publicados no câmpus em meados de outubro, enquanto os projetos do PIVICT são recebidos em fluxo contínuo pela Coordenadoria de Pesquisa e Inovação (CPI).

Além dos programas institucionais, há também os programas com cotas de bolsas do CNPq ao IFSP. São quatro as modalidades: o PIBIC e o PIBITI e, destinados a alunos dos cursos superiores que se envolvem com projetos de pesquisa que, respectivamente, não preveem e que preveem algum tipo de desenvolvimento tecnológico ou processo de inovação. O PIBIC-AF também é destinado a alunos dos cursos superiores, porém, esses devem ser participantes dos programas relacionadas às políticas de ações afirmativas como, por exemplo, aqueles ligados a grupos indígenas ou a movimentos negros. Todos esses envolvem o pagamento de R$ 400,00 reais em doze parcelas em geral de agosto a julho do ano seguinte. E o PIBIC-EM, que é destinado a alunos dos cursos de nível médio (integrados ou concomitantes/subsequentes), envolve o pagamento de R$ 100,00 também em doze parcelas geralmente de agosto a julho do ano seguinte. Tais programas são gerenciados diretamente pela Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRP), sendo que o COMPESQ colabora com a sua divulgação, sendo que os editais geralmente são publicados em abril, cuja submissão dos projetos ocorre até meados de maio.

Vale destacar que, numa estratégia estabelecida dentro do próprio grupo de pesquisa, é conveniente que os projetos de iniciação científica estejam atrelados a projetos maiores e mais extensos. Em outras palavras, as pesquisas de iniciação científica podem se envolver com temas mais periféricos, contribuindo com os mais extensos cujo cerne poderá ser conduzido por um ou mais alunos de pós-graduação ou mesmo por um ou mais pesquisadores do grupo. Dessa maneira, se usufrui bem das potencialidades de cada participante. Contudo, tudo dependerá da estratégia formulada dentro do próprio grupo de pesquisa.

Há mais informações sobre esses programas no site da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRP), acessado em: https://prp.ifsp.edu.br/diretoria-de-pesquisa/iniciacao-cientifica-e-tecnologica.

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